Fashion Law

Pirataria e Falsificação na Moda

Quem já comprou ou teve a oportunidade de comprar um produto falsificado?
Essa é uma pergunta que dificilmente responderemos “NÃO” a ambas as questões, não é?!
Você já parou para refletir sobre os riscos e prejuízos que consumir um produto falsificado pode acarretar?
Esse é um problema muito mais complexo do que simplesmente dizer “não compre mais produtos falsificados”, tendo em vista que envolve principalmente a consciência do consumidor no momento de sua decisão de compra.
“Comprar um produto falsificado e me sentir pertencente a determinado grupo, ou exercer a boa conduta e cidadania perante à sociedade?”

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O que estimula tantas pessoas a colaborarem com a pirataria?
Seria a falta de informação sobre os riscos que um produto falsificado pode trazer ao seu usuário? Seria a vontade de “SER” ou “TER” algo para sentir-se inserido em algum contexto? Ou seria a ignorância (comprar lebre por gato) na hora de consumir determinado produto?
Diversas podem ser as questões relativas a esse problema que enfrenta-se atualmente, por isso mais uma vez friso que não é de fácil resolução. Muitas marcas de moda estão tentando inovar nos produtos e estratégias de marketing com o objetivo de combater a falsificação, já que no momento de comprar algo pirata gera prejuízo àquela empresa, aos seus funcionários e à sociedade como um todo, pois não se paga impostos e muitas vezes há exploração de mão obra até infantil.
O prejuízo é refletido diretamente no setor privado, deixando de promover empregos e alimentando o crime organizado.
Do mesmo modo que tanto se fala sobre conscientização de compra ao que se refere ao “slow fashion“, também deve haver a compreensão sobre produtos falsos.

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